Depois de uma série de 10 vitórias consecutivas para a Liga e um afastamento da Champions onde apesar de tudo, deixamos uma boa imagem, milhares de Portistas começaram a acordar, pois afinal, parecia que o Porto ia bem lançado para o titulo e nada nos iria parar.
A somar a isso promoção do dia do Pai, feita inteligentemente, pelo Porto, ajudou que a lotação do estádio fosse tangível, mais do que nunca os adeptos queriam apoiar.
Sábado à noite quando as papoilas empataram em Paços, acordaram alguns Portistas que até então não tinham acordado e ainda há bem pouco tempo criticavam fortemente tudo e todos no Porto, passassem a querer tb ir ver o jogo contra o Setúbal, mas estes já tarde demais, pois já não havia bilhetes.
Domingo a romaria ao Dragão foi enorme, quase a fazer lembrar o jogo de apresentação, que conta sempre com casa cheia, graças aos emigrantes que cá estão nessa altura.
O nervoso miudinho e ansiedade nos adeptos fazia-se notar e o jogo parecia nunca mais começar.
Foi com um estádio completamente cheio e um ambiente fantástico que o jogo começou e cedo se viu ao que vinha o Setúbal.
Uma equipa que já não descerá de divisão, nem conseguirá um lugar europeu, mas que entre o gigantesco anti-jogo feito, as duras entradas dobre jogadores do Porto e diversas picardias propositadas, estava pronta para fazer tudo o que fosse possível e impossível para não nos facilitar a vida, servindo assim as papoilas que no dia anterior foram bastante elogiadas pelo seu presidente, que chegou a dizer que as papoilas eram o abono de família do Setúbal.
Ao fim de alguns minutos, parecia que íamos ter mais uma daquelas noites em que muito tentamos mas em que postes, traves, defesas adversários ou um gr extremamente inspirado nos iam deter, mas acabamos por marcar um mais do que merecido golo, e que grande golo, saído de um centro milimétrico de Oliver para um remate colocadíssimo e de 1ª de Corona.
A 2ª parte começou com a equipa mais apática e num lance de pura sorte, o Setúbal chega ao golo no único remate feito à nossa baliza.
Passados uns minutos começou a notar-se a diferença entre ter o Dragão com os habituais e fieis 30 mil espectadores (faça chuva, frio ou sol), para os 50 mil de ontem.
Haviam ali de facto cerca de 20 mil Portistas, que só agora se lembraram do clube e da localização do estádio e foi desses chamados Portistas de curta memória e que apenas vivem o momento, que começaram a vir os assobios que já há muito não se ouviam no Dragão.
Num ápice, NES passou a ser uma besta que nada percebe de futebol, Brahimi um individualista que não passa a bola, André Silva que não presta para estar na frente de ataque, Soares que afinal já não era um matador, mas um banal jogador vindo do Guimarães e por aí fora, nem Danilo foi poupado às criticas e a alguns assobios, e sim, pasmem-se, mas ouvi doutos treinadores de bancada a dizer que até então tosco Depoitre, devia ter entrado aos 70 minutos e não aos 85...
Terminado o jogo, muitos foram aqueles que se apressaram de imediato a sair (fora os que já tinham saído antes, coisa que nunca entenderei no futebol, como é que se sai do estádio, antes do fim do jogo).
Eu estava obviamente lixado, muito lixado, mas não me mexi um centímetro da minha cadeira, nem parei de aplaudir, enquanto todos os jogadores do Porto não tinham recolhido ao balneário, obviamente que fui olhado de lado, por algumas dezenas ou mesmo uma centena de adeptos que por mim passou nesse bocado, pois estava ali um Portista a aplaudir a sua equipa, que apesar de ter lutado, não tinha ganho, tinha empatado.
Mais do que todos nós, os jogadores estavam frustrados, traídos por um misto de nervosismo e ansiedade e um Setúbal, que surpreendentemente não luta para ser campeão.
Eu vi vários jogadores do Porto no chão, tão ou mais lixados do que eu por não terem ganho o jogo.
E não, não é por não terem ganho o jogo que passam a ser os piores do mundo, tal como se o tivessem ganho garantiam o título.
A somar a isso promoção do dia do Pai, feita inteligentemente, pelo Porto, ajudou que a lotação do estádio fosse tangível, mais do que nunca os adeptos queriam apoiar.
Sábado à noite quando as papoilas empataram em Paços, acordaram alguns Portistas que até então não tinham acordado e ainda há bem pouco tempo criticavam fortemente tudo e todos no Porto, passassem a querer tb ir ver o jogo contra o Setúbal, mas estes já tarde demais, pois já não havia bilhetes.
Domingo a romaria ao Dragão foi enorme, quase a fazer lembrar o jogo de apresentação, que conta sempre com casa cheia, graças aos emigrantes que cá estão nessa altura.
O nervoso miudinho e ansiedade nos adeptos fazia-se notar e o jogo parecia nunca mais começar.
Foi com um estádio completamente cheio e um ambiente fantástico que o jogo começou e cedo se viu ao que vinha o Setúbal.
Uma equipa que já não descerá de divisão, nem conseguirá um lugar europeu, mas que entre o gigantesco anti-jogo feito, as duras entradas dobre jogadores do Porto e diversas picardias propositadas, estava pronta para fazer tudo o que fosse possível e impossível para não nos facilitar a vida, servindo assim as papoilas que no dia anterior foram bastante elogiadas pelo seu presidente, que chegou a dizer que as papoilas eram o abono de família do Setúbal.
Ao fim de alguns minutos, parecia que íamos ter mais uma daquelas noites em que muito tentamos mas em que postes, traves, defesas adversários ou um gr extremamente inspirado nos iam deter, mas acabamos por marcar um mais do que merecido golo, e que grande golo, saído de um centro milimétrico de Oliver para um remate colocadíssimo e de 1ª de Corona.
A 2ª parte começou com a equipa mais apática e num lance de pura sorte, o Setúbal chega ao golo no único remate feito à nossa baliza.
Passados uns minutos começou a notar-se a diferença entre ter o Dragão com os habituais e fieis 30 mil espectadores (faça chuva, frio ou sol), para os 50 mil de ontem.
Haviam ali de facto cerca de 20 mil Portistas, que só agora se lembraram do clube e da localização do estádio e foi desses chamados Portistas de curta memória e que apenas vivem o momento, que começaram a vir os assobios que já há muito não se ouviam no Dragão.
Num ápice, NES passou a ser uma besta que nada percebe de futebol, Brahimi um individualista que não passa a bola, André Silva que não presta para estar na frente de ataque, Soares que afinal já não era um matador, mas um banal jogador vindo do Guimarães e por aí fora, nem Danilo foi poupado às criticas e a alguns assobios, e sim, pasmem-se, mas ouvi doutos treinadores de bancada a dizer que até então tosco Depoitre, devia ter entrado aos 70 minutos e não aos 85...
Terminado o jogo, muitos foram aqueles que se apressaram de imediato a sair (fora os que já tinham saído antes, coisa que nunca entenderei no futebol, como é que se sai do estádio, antes do fim do jogo).
Eu estava obviamente lixado, muito lixado, mas não me mexi um centímetro da minha cadeira, nem parei de aplaudir, enquanto todos os jogadores do Porto não tinham recolhido ao balneário, obviamente que fui olhado de lado, por algumas dezenas ou mesmo uma centena de adeptos que por mim passou nesse bocado, pois estava ali um Portista a aplaudir a sua equipa, que apesar de ter lutado, não tinha ganho, tinha empatado.
Mais do que todos nós, os jogadores estavam frustrados, traídos por um misto de nervosismo e ansiedade e um Setúbal, que surpreendentemente não luta para ser campeão.
Eu vi vários jogadores do Porto no chão, tão ou mais lixados do que eu por não terem ganho o jogo.
E não, não é por não terem ganho o jogo que passam a ser os piores do mundo, tal como se o tivessem ganho garantiam o título.

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